As indústrias de produtos de cimento fecharam o
ano de 2002 com um faturamento de R$ 4,524 bilhões,
o que representa um crescimento nominal de 14,9% em comparação
ao ano de 2001.
O
setor de Lajes Pré-Fabricadas foi o que teve maior
arrecadação em 2002: R$ 1.195 bilhão;
em seguida vem o setor de Fibrocimento com R$ 1.035 bilhão;
Argamassas, R$ 767 milhões; Construção
Industrializada (pré-fabricados), com R$ 699 milhões;
Blocos de Concreto, R$ 621 milhões; Tubos de Concreto,
R$ 92 milhões; Postes de Concreto, R$ 68 milhões;
e Elementos Arquitetônicos, R$ 46 milhões.
O
ano de 2002 pode ser considerado um ano bom para o setor
e para a cadeia da construção civil. Mas
poderia ter sido ainda melhor se não tivéssemos
sofrido o relevante aumento dos insumos e as crises econômicas,
com constantes aumentos das taxas de juros, desvalorização
cambial, venda de títulos, possibilidade da volta
da inflação etc.
Atualmente
o setor representa cerca de 12.600 mil indústrias
em todo o país, gerando 150 mil empregos (diretos
e indiretos).
Espera-se,
boas perspectivas para 2003, que contará com um
governante compromissado com a população
mais carente e com a dívida habitacional que assola
o país. A criação do Ministério
das Cidades poderá dar maior dinamismo às
ações destinadas ao setor ajudando-nos a
diminuir o déficit de 6 milhões de moradias.
Com a estimativa de que o PIB deva ficar em torno de 3%
nosso setor poderá crescer aproximadamente 6% em
2003.