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Aspectos Econômicos
 

 
2003
   
     

DADOS SETORIAIS 2003

Análise Setorial

 

 

As indústrias de produtos de cimento fecharam o ano de 2003 com um faturamento de R$ 4,398 bilhões, o que representa uma redução nominal de –2,78% em comparação ao ano de 2002.

O setor de Fibrocimento foi o que teve maior participação em 2003: R$ 1,056 bilhão; em seguida vem o setor de Lajes Pré-Fabricadas com R$ 986 milhões; Argamassas Industrializadas, R$ 805 milhões; Construção Industrializada (pré-fabricados), com R$ 780 milhões; Blocos de Concreto, com R$ 621 milhões; Tubos de Concreto, com R$ 89 milhões; Elementos Arquitetônicos, com R$ 45 milhões; e Postes de Concreto, com R$ 16 milhões.

O ano de 2003 pode ser considerado um ano perdido, pois os indicadores do macro setor da construção tiveram desempenho negativo em relação ao ano anterior, tanto na produção dos materiais, como na própria construção civil.

Tais reflexos derivam principalmente da falta de investimentos públicos no setor, que atrelada a elevada taxa de juros, levou o pais a um ciclo econômico recessivo, resultando no aumento de desemprego e queda de poder aquisitivo da população.

Apesar do quadro negativo de 2003, espera-se para este ano uma discreta melhoria no desempenho do setor, tendo em vista ser um ano eleitoral, com promessas de investimentos do Governo Federal (Ministério das Cidades) na ordem de R$ 12,14 bilhões, sendo R$ 7,4 Bilhões para habitação e R$ 4,7 Bilhões para saneamento, onde se pretende beneficiar 5,6 milhões de famílias e criar 1,4 milhão de empregos até o final de 2004.  

Com esses recursos, além dos eventuais investimentos dos Estados e Municípios, espera-se ter um ano de crescimento econômico no país, especialmente para a cadeia produtiva da indústria da construção. As estimativas do governo federal são de que o PIB deva ficar em torno de 3,5% de crescimento e conseqüentemente a construção e o nosso setor deverão crescer algo em torno de 6%.

Atualmente o setor representa cerca de 12 mil indústrias em todo o país, gerando 150 mil empregos (diretos e indiretos). A ociosidade média no ano de 2003 foi de 36%.

 
   
 
 
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