As indústrias de produtos de cimento
fecharam o ano de 2005 com um faturamento de R$ 4,618
bilhões, o que representa um crescimento nominal
de 1,86% em comparação ao ano de 2004.
Atualmente
o setor representa cerca de 8.500 mil indústrias
ativas em todo o país, gerando 130 mil empregos (diretos
e indiretos).
O
setor de Fibrocimento foi o que teve maior participação
em 2005: R$ 1,190 bilhão; em seguida vem o setor
de Lajes Pré-Fabricadas com R$ 1,060 milhões;
Argamassas Industrializadas, R$ 829 milhões; Construção
Industrializada (pré-fabricados), com R$ 730 milhões;
Blocos de Concreto, com R$ 602 milhões; Postes de
Concreto, com R$ 78 milhões; Tubos de Concreto, com
R$ 73 milhões; e Elementos Arquitetônicos,
com R$ 56 milhões.
O
ano de 2005 pode ser considerado como um ano estagnado,
pois diversos indicadores do macro setor da construção
tiveram desempenho muito abaixo do esperado. Para ilustrar,
segundo dados da CBIC – Câmara Brasileira da
Industria da Construção, o PIB da construção
civil nos últimos 12 meses até setembro de
2005, teve um crescimento de apenas 0,7% quando comparado
com igual período de 2004. Outros indicadores apontam
também para este cenário de retração,
a saber:
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O
PIB da construção previsto para o 4º
trimestre de 2005 é de apenas 0,9%;
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A produção de insumos da construção
civil, já dessazonalizado, nos últimos
12 meses até novembro de 2005 é de somente
1,73%;
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O índice de utilização da capacidade
instalada das indústrias de material de construção
passou de 82,18%, em 2004 para 79,8%, em outubro de
2005;
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A produção nacional de aço laminados
longos teve, até novembro de 2005, uma redução
de 6,02%;
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O número de unidades financiadas, de janeiro
a novembro de 2005, sobre o mesmo período de
2004, cresceu apenas 3,65%;
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O CUB médio do Brasil teve uma variação
de 5,87% no ano;
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O SINAPI – IBGE variou 6,98% em 2005;
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O INCC-FGV fechou 2005 com uma variação
de 6.84%;
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O IGPM ficou em 1,21% em 2005.
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