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Imprensa

 
   

Miguel Jorge coloca o ministério à disposição do
setor da construção civil

 
   
O ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse durante almoço realizado dia 25/06 com empresários do setor da construção civil, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que seu ministério está à disposição para fazer o que for possível para alavancar o setor que, segundo ele, é o “termômetro de uma nação para identificar o avanço da
 

Miguel Jorge, Skaf e Oliveira Lima
economia de um País”. “Há uma revolução que pode ser feita nesta área, e farei o possível para que ela aconteça”, disse o ministro.


O coordenador do Comitê da Construção Civil (Comcic) da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, ressaltou a necessidade de isonomia da redução do Imposto sobre Produtos Industriais (IPI) de produtos da cesta básica da construção, como tubos de metais, que hoje apresenta um IPI de 5%.

Oliveira Lima lembrou que desde o final de 2005, quando o governo reduziu o IPI de alguns produtos, a venda de materiais cresceu cerca de 10%. “Os números do setor mostram que, mesmo com a diminuição dos impostos, o governo conseguiu arrecadar mais”, afirmou.

Ao comentar sobre a expansão do crédito imobiliário apresentado nos últimos 18 meses, Miguel Jorge foi enfático em dizer que este crescimento é apenas a “ponta do iceberg” e que o País pode esperar por uma revolução no volume de crédito imobiliário para os próximos anos.

O ministro disse que os imóveis financiados representam apenas 2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas, com déficit habitacional entre 7 milhões e 8 milhões, esse índice pode chegar a 10% nos próximos anos. Miguel Jorge afirmou ainda que o Brasil pode atingir o índice espanhol de 20%.


Foto: Daniel Morelli

 
   
 
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