O
coordenador do Comitê da Construção
Civil (Comcic) da Fiesp, José Carlos de Oliveira
Lima, ressaltou a necessidade de isonomia da redução
do Imposto sobre Produtos Industriais (IPI) de produtos
da cesta básica da construção, como
tubos de metais, que hoje apresenta um IPI de 5%.
Oliveira
Lima lembrou que desde o final de 2005, quando o governo
reduziu o IPI de alguns produtos, a venda de materiais
cresceu cerca de 10%. “Os números do setor
mostram que, mesmo com a diminuição dos
impostos, o governo conseguiu arrecadar mais”, afirmou.
Ao
comentar sobre a expansão do crédito imobiliário
apresentado nos últimos 18 meses, Miguel Jorge
foi enfático em dizer que este crescimento é
apenas a “ponta do iceberg” e que o País
pode esperar por uma revolução no volume
de crédito imobiliário para os próximos
anos.
O
ministro disse que os imóveis financiados representam
apenas 2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas, com déficit
habitacional entre 7 milhões e 8 milhões,
esse índice pode chegar a 10% nos próximos
anos. Miguel Jorge afirmou ainda que o Brasil pode atingir
o índice espanhol de 20%.
Foto: Daniel Morelli