
Benjamin Steinbruch, no exercício da presidência da Fiesp, ratificou os argumentos da FGV e disse que o "Brasil está em uma posição privilegiada". "Eu nunca vi o País como hoje, sem a necessidade das exportações, FMI [...] Por sorte ou competência do governo Lula, temos hoje mais de 50 milhões de novos consumidores", afirmou.