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 Para a indústria da construção, o objetivo do governo será evitar um desaquecimento muito grande da economia, e ao mesmo tempo, gerar empregos, já que o setor tem grande potencialidade de absorção de mão-de-obra, foi o que afirmou José Carlos de Oliveira Lima, Presidente do Sinaprocim/Sinprocim e diretor do Deconcic da FIESP, nesta quinta-feira, em Brasília.
“É imprescindível, para os setores da construção, acompanhar de perto a evolução da crise econômica internacional e, sobretudo sugerir medidas para combater seus impactos negativos”, ressaltou Oliveira Lima durante encontro do Comitê de Monitoramento da crise internacional, criado no âmbito do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no qual participaram seus integrantes e dirigentes de órgãos estratégicos do Governo na capital Federal.
Pela primeira vez, o grupo reuniu-se no Palácio do Planalto com lideranças do setor privado, solidificando assim, a equipe de monitoramento. O objetivo do Comitê de Monitoramento é conhecer os impactos das medidas de políticas econômicas, fiscais e monetárias, enfatizando o comportamento do crédito, da produção, do consumo dentre outras variáveis chaves para verificar o desempenho da economia brasileira.
Crescimento em queda
Em 2008, o setor da construção cresceu 9% avançando em relação a 2007, quando registrou 8% de crescimento. Já para 2009, o setor tem expectativa de chegar a 5% contando com ações e medidas de apoio ao aquecimento da economia do setor.
“Para que isso aconteça, precisamos de um fortalecimento de ações para restabelecimento do crédito destinado às atividades produtivas, que seja aprovado o projeto de reforma tributária e de forma consistente a redução da taxa básica de juros”, completou Oliveira Lima. Kacy Lin, Agência Indusnet Fiesp
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